8 de maio de 2018

E NO MEIO DA CORRERIA...AMOR

Todo mundo sempre diz que São Paulo pode ser definida como correria, pressa e similares. Seria a minha vida tão afoita assim por viver em SP? Acordar, trabalhar, comer, estudar e dormir, e assim se repetem os dias.
Fotografia é tão o amor da minha vida que sempre se encaixa nessa afobação toda! 


Ultimamente comecei a apreciar muito fotografias com tons mais terrosos e quentes, bem contrário do quê sempre gostei. 
É muito bom sair da zona de conforto, pelo menos na fotografia hehe, estou descobrindo que gosto de muitas coisas, por quais já torci o nariz, bati o pé e não me descia.



Das minhas muitas idiotices e indecisões, começar a estudar fotografia num instituto foi a minha melhor decisão de todos os tempos, estou aprendendo bem mais e está me ajudando muito com questões da minha psiquê. Não é só uma aula, é liberdade, é amor e conforto, é um lar dentro de uma sala e pelas ruas!




Se não fosse tanto amor envolvido, não só no eu-fotografia, mas no contexto geral da minha vida, se não fosse as complicações diárias, os sorrisos, as idas aos parques, a correria, os amigos, os cafés, os abraços e, principalmente, ele. Talvez eu não seria a fotógrafa, ou a admiradora de fotografia que sou hoje. E eu sou grata. 


As fotos deste post foram feitas com a Canon EOS T6 (18-55mm).



3 de março de 2018

É DOLOROSO "NÃO SENTIR"


As pessoas costumam dizer que com o tempo as coisas passam, tudo fica melhor, uma nova vida floresce e o sol nasce mais forte. 
Eu prefiro discordar desta afirmação. 
Realmente, com o tempo, vamos descobrindo novos sabores na vida, e vivendo mais momentos, e por vezes, aquilo que tanto nos machucou parece sumir, mas não, ainda continua lá, sem um final feliz e sem uma solução. 
Dolorosamente mal acabado.
Vamos dizer que não nos importa mais, afinal, já passou. Mas a real é que, em qualquer momento solitário, nossa mente irá reproduzir as cenas mais cortantes. Tudo passará como um filme dramático, e só assim veremos que nada passou, nosso coração ficará apertado e lágrimas rolarão. 
Depois de algum tempo, retornaremos a construir nossa fortaleza, voltaremos com o mesmo discurso pronto de que tudo está bem, e passado é passado! Porém, sabemos que isso não é real, e esse "não sentir", dói, dói bem mais que encarar tal situação de frente.
Você nunca poderá voltar ao passado para consertar as coisas, ou evitar aquela briga. Mas você poderá transformar o choro em bons momentos, dos quais, futuramente, irão deixar-te orgulhoso de si mesmo. 
Então, tente, de verdade, não se amargurar!
Levante sua cabeça, abra seu coração, compartilhe tudo isso com quem te ama. Veja aquele filme que te faz lembrar de tanta coisa, e está tudo bem chorar com um pote de sorvete no colo. Ouça aquela música, e tente dança-la, vá naquele café onde você tem inúmeras lembranças, ou releia aquelas cartas e veja as fotos, que você guardou numa caixa no fundo do seu guarda-roupas.
A vida é muito boa para sofrer tanto, mas se não for possível, talvez seja melhor construir muros.

18 de fevereiro de 2018

MÚSICAS QUE MAIS OUVI EM 2017


Meio tarde para este post? Talvez um pouquinho, mas eu gostaria de compartilhar. 
No fim de 2017, o Spotify disponibilizou uma playlist com base nas músicas que você mais ouviu durante o ano, e deixarei de indicação as 10 primeiras da minha playlist.

1. Edward Sharpe & The Magnetic Zeros - Home.

2. Joy Division - Love Will Tear Us Apart.

3. The xx - Night Time.

4. The Lumineers - Ho Hey.

5. Lord Huron - The Night We Met.

6. The Kills - Doing It To Death.

7. Chico Buarque - Roda Viva.

8. The xx - Fiction.

9. Vance Joy - Mess Is Mine.

10. Radical Face - Welcome Home, son.


Gostou das sugestões? Tem alguma? Deixe aqui nos comentários.
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